Posted by: André Rossi on: Novembro 15, 2008
André Rossi
Olá, amigos do Gêneros e Gêneros!
Estou de volta. É que encontrei algo que me soou estranho por aí.
Nesta terça-feira achei uma nota no portal do Terra, numa sessão de nome “Mulher”. Logo pensei: “Pô, que legal, deve ter coisas interessantes por aqui. Vou dar uma olhada”. Eis que fiquei surpreso, mas até aí nenhuma novidade.
Comecei a olhar as últimas notícias e reparei em algo comum nas publicações por lá. Quanta fixação, amigos! Notas do tipo: Descubra se ELE te engana…, Veja quais são as desculpas DELE…, Veja se ELE é um tremendo sedutor…. Ok, aí pensei: Se é um site de mulher, porque só se fala DELE????
Vou ser cuidadoso para não ser leviano, nem machista. O conteúdo desta página não reflete as principais preocupações das mulheres, creio eu. Até porque, acredito que ELAS se interessam por assuntos que envolvam o sexo masculino, sim, mas também acho que a maioria delas quer saber de assuntos relacionados a ELAS.
Leviano então, foi o papel da editoria deste canal que apenas reservou este tipo de assunto no “Portal das Mulheres”. O Gêneros e Gêneros ficou de olho de não encontrou nenhum asunto do tipo: As mulheres no mercado de trabalho…novas tendências femininas. Sei lá…Qualquer assunto sério sobre o tema.
Opinião à parte. Vou contra-lhes sobre o que achei engraçado, e ideal para nossa linha editorial. Em nota publicada no portal, o site ensina as mulheres como fugir das desculpas esfarrapadas dos homens. Amigo, achei ilário. Agora pense: comece a usar de desculpas mais sofisticadas, porque elas estão espertas. Aquele papinho de que sua mãe não tá legal não serve, a do futebol então…está mais do que manjada! Atenção, amigos.
Então se elas se precavêem dali, o Gêneros e Gêneros dá a dica por aqui. Vou listar algumas sugestões:
1 – Fale sobre video-game
Sim, o velho e bom Video-game! Sabe aquelas noites a fio com seus amigos, cerveja na mão e bola rolando na telinha? Sim, isso cola! O video-game é tão inofensivo e bem visto pela mulherada que, com certeza, pega bem. Tente.
2 – Pai, vamos tomar uma cerveja?
Fale para sua gata que vai tomar uma cerveja com seu pai. Só não fale todo final de semana para a desculpa não ficar gasta.
As mulheres vêem com bons olhos esse relacionamento pai e filho. Elas projetam em você todas as expectativas sobre suas vontades de ter um filho. Ou seja, seu filhão que nem nasceu, é um grande álibi. Esse é meu garoto!
A DESCULPA NÃO COLOU?! FUJA DELA!
Brincadeiras e sugestões a parte, a coisa fica séria quando essas desculpas same pela culatra. Se a gata descobrir, amigo, complica e feio. Tenha em mãos a chave do seu quarto e fique trancado por lá, sua integridade física pode sofrer danos relevantes.
As mulheres reagem mais em brigas de casal. A diferença é que as agressões delas contra os companheiros, mais constantes, são leves, como empurrões e tapas, e as deles, mais graves e violentas. A revelação consta do 1º Levantamento Nacional sobre Padrões de Consumo de Álcool no Brasil, feito pelo médico Marcos Zaleski, a partir de entrevistas com 1.445 pessoas em todo o Brasil.
O estudo, feito com apoio da Unidade de Estudos de Álcool e Outras Drogas (Uniad) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), revelou que 5,7% das entrevistadas admitiram ter batido pelo menos uma vez em seu parceiro nos 12 meses anteriores à entrevista. No caso dos homens, o índice foi de 3,9%. “Foi uma surpresa. Todos imaginavam que o número de homens agressores seria maior que o de mulheres”, diz Zaleski.
No total das agressões – que inclui episódios em que a pessoa bateu, apanhou ou houve violência mútua -, a mulher também aparece como mais impetuosa. Elas se envolveram em 14,6% dos casos de Violência entre Parceiros Íntimos (VPI) e eles, em 10,7%.
A questão da bebida é controversa. Mulheres assumiram estar embriagadas em 9,2% das brigas com violência – homens disseram que suas parceiras haviam bebido em 30,8% dos casos. Eles admitiram ter bebido em 38,1% dos episódios de VPI, mas elas rebateram que o parceiro estava embriagado em 44,6% dos casos. Vale destacar que apenas um dos parceiros foi entrevistado por domicílio, ou seja, os números não retratam os dois lados da mesma moeda.
Raoni Scandiuzzi
Oi gente, comecei esse post com o vídeo acima para dizer que no mundo sempre temos os dois lados… e…. o do meio!
No caso citado acima, que corresponde à ideologia de nosso blog, podemos notar que homens e mulheres são literalmente os OPOSTOS, e que no meio existe um novo-velho sexo, o gay, que por sinal se interessa não pelo o oposto e sim pelo igual.
Seria essa uma tentativa de teoria para explicar que talvez os anormais sejam nós, a maioria hetero, e que os normais são os gays, incrível isso não?
Pois é eu também achei e por isso gostaria de saber o que vocês pensam do caso!
Posted by: Ana Carolina Carbonieri on: Outubro 28, 2008
Hoje o post é uma crítica à algumas mulheres. Isso à nós mesmas.
Semana passada estava no carro ouvindo rádio, quando começou a coluna da réporter Inês de Castro, “Dentro do Espelho“. O comentário foi breve, nada que tenha durado mais do que três minutos, mas algo que me deixou pensando a semana toda.
A matéria era sobre algumas brasileiras “endinheiradas” que resolveram alugar suas bolsas de marca para as amigas. Marcas muito caras como Gucci, Chanel, YSL e Louise Vitton. Ou para os homens, que não estão entendendo nada, bolsas que custam em média R$ 5.000,00. Esse negócio de aluguel já era moda em Nova York a muito tempo e agora está pegando no Brasil.
O que é mais interessante é o preço do aluguel de uma dessas bolsas: R$500,00 por uma semana. O negrito na palavra aluguel é pra deixar claro que alguém vai gastar R$500,00 e não vai possuir essa bolsa de fato. Sendo que muitas outras bolsas de igual qualidade e beleza podem ser encontradas por um preço menor. Como disse Inês de Castro “e ainda tem gente achando que é um negócio da China“, afinal algumas dessas bolsas não podem ser encontradas no Brasil.
Agora vem a melhor parte da coluna da Inês, porque alguém aluga uma bolsa por um preço tão caro? Acho que a resposta não é dificil, apesar de ter me feito pensar por dias. Para se exibir, para mostrar status, para causar inveja.
Não seria futilidade demais? E o que você mostra quando usa uma bolsa dessa: “tenho dinheiro”; só isso! E sua personalidade como fica? Não é pra isso que serve a moda, uma forma artística de exibir sua personalidade?
Antes de terminar eu não poderia deixar de citar a frase incrível que Inês de Castro usou ao final da crônica: “E tem coisa mais patetica do que alguém que se alegra com a inveja alheia?”
Não Inês, não tem.
Posted by: Generos e Generos on: Outubro 21, 2008
Juliana Mosca
Um estudo americano, feito pelo psicólogo Frank McAndrew, apontou que as mulheres adquirem o hábito da fofoca ainda na infância, falam de tudo, sobre todos e deleitam-se, porém, em falar da infidelidade conjugal e da promiscuidade sexual de outras mulheres. Já quanto aos homens, eles tendem a ser menos futriqueiros que elas, sua fofoca tem caráter competitivo e quando abrem a boca, preferem comentários sobre as finanças e habilidades sexuais dos outros. A explicação para isso seria o instinto de preservação da espécie.
Uma série de pesquisas realizadas nos últimos meses por universidades americanas, como a da Virgínia, e inglesas, como a de Leicester, chegou a resultados muito parecidos a respeito de quem cultiva o exercício da intriga e do fuxico. Os pesquisadores concluíram que os homens são tão fofoqueiros quanto as mulheres – ou até mais que elas. Um desses estudos divulgado em 2007 pelo Social Issues Research Centre, um centro de pesquisas independente de Londres, entrevistou 1.000 donos de telefones celulares, entre homens e mulheres, perguntando-lhes que tipo de conversa costumam manter em seus aparelhos e em que ocasiões. A conclusão foi que 33% dos homens do grupo eram fofoqueiros contumazes, contra apenas 26% das mulheres.
Segundo os especialistas em comportamento, a percepção de que a fofoca é apenas da natureza feminina é uma herança dos tempos em que as mulheres não trabalhavam. No mundo de hoje, em que a teia de relacionamentos se tornou infinitamente maior e mais complexa, a fofoca não conhece gênero.
Pois é, meu caro amigo Piccoli, quem fofoca não são apenas as mulheres. Mas não posso ser tão tendenciosa ao ponto de dizer que fazemos menos do que os homens. Com certeza fazemos com maior freqüência, agora vir nos dizer que fofoca de homem é sem maldade você já está nos subestimando. Homem inventa mundos e fundos, jamais aceita sair por baixo e pra dizer que comeu a gostosa do 2º andar é capaz de matar até a mãe. Contar pra todo time de futebol que o Carlão broxou é um prazer. Conseguir a promoção da empresa que espera há 2 anos então, justifica qualquer fofoca. Nós pelo menos, assumimos, somos fofoqueiras sim! Com maldade…sem maldade. Fofoca é fofoca de qualquer jeito.
Posted by: Generos e Generos on: Outubro 10, 2008
Felipe Piccoli
A mulher era casada e tinha um amante que a via todos os dias enquanto seu esposo trabalhava. Todo dia, quando ele ia para o trabalho, passava no ponto do ônibus um motoqueiro, que gritava: “Chifrudo”.
Estranhando que a cena se repetia todos os dias e não tendo mais dúvidas de que era com ele mesmo, o homem comentou com sua esposa a situação:
- Todo dia um motoqueiro passa no ponto e me chama de chifrudo, e não dá pra entender. . . Você é tão recatada e religiosa!
A mulher escuta o marido, mas não diz nada. No dia seguinte, quando ele esperava o ônibus ouviu o motoqueiro gritar: “Além de chifrudo é fofoqueiro”.
Fofoqueiras. As mulheres sempre estão prontas a se reunir ou correr ao telefone para comentar a vida alheia. Elas sempre falam mal das roupas das outras, de homens e …coloca assunto nisso viu.
Nós também fofocamos, porém, sem maldade e não tão freqüentemente. Mulher fofoca em salão de beleza e homem fofoca em boteco, enchendo a cara de cerveja e falando das B.U.N.D.A.S. que passam. Isso sim é fofoca.
Mas por qual motivo vocês fofocam tanto?
Posted by: Generos e Generos on: Setembro 22, 2008
Raoni Scandiuzzi
O debate está bom, porém eu penso que essa questão de independência da mulher não foi assim tão simples, o processo foi longo, difícil e ainda hoje existem diversos resquícios de sexo frágil como nos velhos tempos.
Está certo que é muito bonito, eu admito, quando uma mulher demonstra ser independente e mais que isso, consegue passar por cima de todos os tabús e preconceitos para alcançar esse tão desejado estágio. Porém temos que levar em consideração que nem todos pensam assim, é muito mais comum que todos nós imaginamos a esposa dona de casa, aquela que fica cuidando das crianças, fazendo comida, enfim sendo apenas mulher, nada mais que isso; sabemos que muitos homens exigem essas condições e não aceitam coisa diferente. Posto isso eu fico a me perguntar, será que a independência da mulher foi uma inicativa DELA ou de seu parceiro, que assumiria o papel de incentivador dessa atitude?
Quando digo isso é porque o que eu vejo (e faço também) é justamente o incentivo e apoio de alguns homens pela independência feminina, os machos estão tomando consciência de que a mulher não tem que depender dele, muito pelo contrário, elas precisam além de ser parceiras na cama, serem parceiras no orçamento, nas angústias, na responsabilidade, na hora da cerveja, enfim… os homens estão querendo mulheres mais ativas, com pensamentos próprios, atitudes próprias e decisões próprias, tudo isso porque está evidenciado hoje no mundo que o sexo feminino é tão capaz e em algumas situações até mais que os homens. É importante dizer também que algumas mulheres, raros caso sim, simplesmente preferem assumir esse papel de não correr atrás da responsabilidade e morar na sombra do parceiro.
Agora o que fazer com aqueles casos de pessoas que ainda insistem em manter suas parceiras debaixo de suas asas? Geralmente esses são casais mais antigos, não que todos sejam assim é claro, mas a maioria dos que são, pertencem a uma geração mais velha. Nesses casos é inútil tentar a mudança, tanto o homem quanto a mulher não aceitaria uma situação diferente e são felizes desse jeito, então nós (mais liberais) temos de aceitar e entender que cada pessoa vive de acordo com a época que mais lhe agrada.
Para finalizar eu queria deixar a pergunta para as mulheres, vocês acham também que a independência de vocês tem um incentivo forte masculino ou não, oi uma luta de um lado só??
Posted by: Generos e Generos on: Setembro 20, 2008
Antes de mais nada, não posso deixar de falar a respeito do post do nosso grande criador de polêmicas, Felippe Piccoli.
Na verdade, não vejo o texto “A “bunda” da evolução” como um texto polêmico, até porque não há o que se discutir quanto aos avanços das mulheres e a história fala por si só. Mas pensar nisso a partir de um “apertão na bunda” é prá lá de original, sem dúvidas.
É fato que a independência feminina se consolidou e que a idéia do sexo frágil caiu por terra há muito tempo. Mas ainda assim, percebo que de repente as coisas andam fugindo do controle. Mulher deve saber o que quer e lutar tanto quanto os homens, no entanto a luta não é de um contra o outro.
Enquanto quiserem se auto-afirmar, provar que eles vivem sem elas, que elas vivem sem eles, que já não precisam do homem pra engravidar, que já não precisam das mulheres pra comandar uma casa…..fica complicado se pensar no quesito evolução.
E pra não fugir das diferenças de universo, posto aqui um vídeo comparando o banho feminino e o banho masculino. Identifique-se e comente!
Está em inglês, mas acho que não fica difícil entender, qualquer dificuldade, comente que postamos as legendas, ok?
Até a próxima!
Posted by: Generos e Generos on: Setembro 18, 2008
Cheguei com mais uma polêmica indagação.
Estava eu sentado em pé no banco de madeira feito de plástico dizendo: era noite em pleno dia e…que diabos está acontecendo aqui na minha frente??? Essa foi minha pergunta após ter visto uma mulher apertar a “bunda” de um homem no metrô. Linha azul, na estação Vila Mariana, por onde passo todos os dias, no percurso de ida e volta do meu trabalho.
Até onde eu sei (quer dizer, sabia) quem aperta a “bunda” em situação similar como a ocorrida e evidenciada por mim são os homens. Eita! Mas essas mulheres tão que tão hein! Depois de conquistar:
· O direito ao voto (1932);
· A inserção nos esportes (1924);
· A ascensão no mercado de trabalho;
· Divórcio;
· O direito de serem eleitas para o governo;
· Evitar a gravidez (com contraceptivos);
· O direito a matricular-se em curso superior;
· Os mesmos direitos do marido no mundo civil;
· A livre escolha para adotar ou não o sobrenome do marido;
· O direito de fazer aborto em diversos países;
· A equivalência nos salários pagos aos homens;
…agora, estão apertando a “bunda” de homens no metrô.
É claro que esse fato (o da “bunda”) não representa uma conquista, mas serve para mostrar o evolucionismo que as mulheres estão adquirindo na cultura da modernidade. Antes quem imaginava uma mulher abordando um homem para dizer que estava com vontade de sair com ele? Presidente de uma empresa? Ou, um homem dono da casa? É claro que isso é uma alteração na cultura da sociedade moderna.
Um fator que mostra cada vez mais que os sexos, mesmo com suas diferenças (abordadas aqui) estão progredindo para uma semelhança entre valores e adquirindo a possibilidade de atingir os mesmos anseios e vontades.
Gays, lésbicas ainda hoje sofrem preconceito, mas não se encurvam diante de uma sociedade que os martirizava por um preconceito sem antecedentes e que dissemina a imbecialidade. Hoje, ambos, mulheres e homens enxertam na sociedade uma nova perspectiva para que haja uma sociedade com os mesmos direitos, porém, apenas com as diferenças que tornam temas para o nosso blog: o universo feminino e masculino.
Pelo menos, as mulheres estão apertando “bundas”. Só me preocupo quando começarem a apertar…
Beijos e abraços e até a próxima amigos!
Posted by: Generos e Generos on: Setembro 16, 2008
Olá, amigos do Gêneros e Gêneros! Vim hoje contar um tema que comecei a reparar nesses últimos tempos; após esse espaço de diferenças, semelhanças entre os sexos ter sido criado.
Aproveitando o gancho dos últimos artigos, postados aqui, situo meu tema em um bar; porém, fora do foco: cerveja.
Um bar com muita gente. Muitos homens e também muitas mulheres. Rodas de conversa. Bebidas. Petiscos. Um bêbado chato. Situado? Pronto, é nessa situação que extrai meu tema.
Interessado em saber o assunto? Então leia duas citações em uma conversa de bar ( por respeito não foram divulgados os nomes das pessoas):
“Fala cara. Você não sabe. Ontem c… aquela gostosa de Direito. Cara ela é uma delí…. Pensei que ela ia ficar com aquela frescura e tal, mas foi tranqüilo. Ela manda muito. O pior que ela está xonada e agora vai ser a hora que eu quiser. Tenho uma garantida.”
Agora, a “gostosa de Direito”:
“Ameeeeegaaaa preciso te contar um negócio. Vamos ao banheiro. Ontem eu sai com A.G. e foi muito bom. Nós saímos e depois ele me levou para casa. Lá você sabe, né? Foi bom, mas com meu ex era melhor. Mas, quando não tiver nada para fazer, né? Hahahahahaha.”
Conversas que se enquadram no meu tema: por que os homens querem se vangloriar para os amigos quando transam com uma menina e ainda dizer que ela está no seu pé? E por que elas se fazem de santinhas, mas gostam mesmo é de sexo? São perguntas que podem ser explicadas pela personalidade dos sexos e pela cultura em que estamos inseridos. Nesta cultura tão machista fica claro por qual motivo o homem quer se vangloriar, “rebaixar” a mulher dizendo que ela está apaixonada por ele e ainda intitula – lá como apenas mais uma. Já as mulheres escondem seus desejos para não serem caracterizadas como “galinha” ou “putas”.
Agora, é sua vez de opinar e teorizar. Sei que um tema como este pode causar adversidades de pensamentos, justamente por isso o escolhi, para assim interagir com vocês. Leiam , critiquem, concordem e opinem. Um espaço para as diferenças entre os sexos serem expostas e evidenciadas para todos
Tchau amigos e até a próxima polêmica indagação do PicPosted by: Ana Carolina Carbonieri on: Setembro 15, 2008
Seguindo o post do nosso amigo Raoni gostaria de registrar a minha opinião, feminia, sobre o assunto MULHER X CERVEJA.
Em primeiro lugar mulher e cerveja não deveria ser opostos. No meu caso e no de muitas mulheres não é. A gente também gosta de sentar numa mesa de bar com as nossas amigas, jogar conversa fora, flertar com os rapazes da mesa do lado (sem maldade nenhuma, só pra dar aquela acariciada no ego), comer batata frita e falar do nosso assunto preferido nas mesas do bar, os homens!
Por isso, se você ainda não é uma mulher adepta da cerveja, tome refrigerante ou suco de laranja (que diferente do refrigerante não dá celulite), e vá ao bar com as suas amigas também enquanto eles tomam cerveja com os amigos deles, e antes disso esquanto eles estiverem no futebol, passe no shopping pra fazer uma comprinhas.
Faz parte do relacionamento concilhar tudo isso, namorado/marido, amigas, shopping e é claro a cerveja no fim de semana, com ele ou sem ele.
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